quarta-feira, 12 de junho de 2019

Pausa para estudos e reciclagem de ideias

Hoje, os blogues do Consórcio Bela Vista entram em uma pausa para que eu possa reorganizar a minha vida, dedicar aos estudos e reciclar as ideias, possivelmente pensando sobre as características e a função destes blogues. Agradeço a paciência e aguardem a volta em tempo relativamente breve. Um abraço!



quarta-feira, 5 de junho de 2019

Um "herói" em apuros

O fato do futebol ser tratado como uma obrigação voluntária (??!!) de todos os brasileiros faz com que qualquer assunto envolvendo a citada modalidade esportiva (ou religião, pois o fanatismo é gigante e intenso) seja sobreposto acima de outros assuntos. Na temporada atual, a acusação de um suposto estupro cometido por Neymar, o homem mais amado do país, inclusive pelos homens.

Os homens que adoram futebol estão muito tristes, se sentindo traídos pelo ser humano que mais amavam (mais até que suas esposas e até de si mesmos). 

Resumindo o episódio, pois não estou muito a fim de escrever muito sobre ele, e sim sobre a sua repercussão: uma fã que foi visitar Neymar o acusou publicamente de tê-la estuprado. Neymar negou e na tentativa ingenua de comprovar, divulgou as fotos íntimas supostamente da mesma fã. Depois um festival de indícios sugiram para confirmar o estupro e outros para negar.

Agora, vamos às repercussões, já que Neymar, por ser o homem mais amado do país se torna um objeto de preocupação política dos brasileiros, pouco ou nada interessados em saber como está a população pobre do país. Um jogador milionário, feio, burro, farrista e mulherengo, metido em encrencas, desperta mais compaixão dos brasileiros.

Vários homens, obviamente torcedores de futebol, se apressaram em defender o Neymar. Uns a favor do estupro, defendendo o direito de Neymar transar. Outros contra o estupro alegando que um rapa tão bom e "família", ídolo de brasileiros de diversas ideologias, não seria capaz de uma atitude tão violenta. Nos dois casos, uma explícita demonstração de solidariedade machista.

Praticamente apenas as mulheres e alguns homens sensatos - eu incluído - preferiram jogar Neymar contra a parede. Estupro é algo que deve ser condenado incondicionalmente e tratado inquestionavelmente como forma de violência. E não é porque um homem é amado por quase toda a população de um país que deve fazer o que quiser.

Não estou afirmando nada sobre Neymar, até porque nem sei como está o andamento das investigações. Mas o caso é muito estranho, pois envolve contradições. Além disso, outros jogadores já foram acusados de estupro. 

O fato de muitos jogadores terem sido jovens que subiram rápido na vida, de miseráveis a milionários ultra-famosos, dificulta a educação do caráter, tornando-os seres humanos de personalidade confusa e questionável. 

Os jogadores não passaram por processos de formação de personalidade que os fizessem serem homens mais racionais e humildes. Para piorar, a idolatria por quase uma população inteira de um país gigantesco aumenta de forma monstruosa a auto-estima, favorecendo a arrogância, a ganância e a irresponsabilidade de passar por cima de tudo e de todos sem medir consequências.

Independente de ter feito ou não estupro - há sim, muitas mulheres que se aproveitam de riquinhos ingênuos para obter benefícios não apenas sexuais e por isso inventam supostos casos de violência para isso - Neymar sujou a sua imagem. 

Mas não será difícil reverter a sua maculada imagem em um país onde futebol é prioridade e jogadores são considerados deuses mais-que-perfeitos. Patrocinadores arrumarão um jeito para Neymar se sair bem dessa.

Na próxima copa, prioridade máxima de nosso país, Neymar estará com a reputação recuperada, uma atriz da Globo (parece que a Bruna Marketing não quer mais saber dele, mas não falta quem o queira) será paga para ser a sua "Primeira Dama" e suas atuações no campo voltarão a ser mais importantes que escândalos. Até encerrar a tal copa e a carruagem virar abóbora e o "príncipe encantado" voltar a ser um reles farrista irresponsável, preparado para aprontar mais uma. É ciclo que se repete.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Cariocas são resistentes a algo tão martelado como o futebol

Eu pergunto aos cariocas: como é que conseguem se manter firmes e continuarem aderindo a algo tão martelado pela mídia e pelo senso comum? Sim, porque do jeito que o futebol é empurrado goela abaixo dos cariocas, era para eles terem se cansado deste tipo de esporte.

Pois o futebol é divulgado de forma massiva, insistente e repetitiva. Acorda-se futebol, come-se futebol, casa-se com o futebol e até caga-se futebol. É futebol de cabo a rabo, 30 horas por dia, 10 dias por semana! Isso deveria ser irritante e arruinar a paciência.

Mas não é o que acontece. Parece que o futebol é aquele entorpecente que quanto mais se fala nele, mais quer consumir. E quanto mais consome, mais quer consumir. Um vício insistente que nunca acaba.

É incrível ver que um povo consegue manter a sua adesão a algo tão martelado, de forma bastante monocórdica, como se, mesmo sendo difundido de forma repetitiva, ainda conseguisse manter, pelo menos para seus adeptos, o frescor de uma novidade inédita. 

O povo esquisito este o carioca. E quase impossível de entender. Caso de estudo.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Se o Vitor Belfort usasse computador mais de 4 horas por dia, ele se tornaria um "nerd"?

O conceito de nerd no Brasil é totalmente diferente do conceito ianque, embora os próprios brasileiros não percebam isto. Nerd, para os brasileiros, é qualquer um que seja viciado em informática, ciência e histórias em quadrinhos. As outras características típicas dos nerds não são consideradas pelos brasileiros.

As dificuldades de sociabilização que tanto marcam os nerds ianques, sendo inspiração para muitos filmes e seriados sobre a estranha tribo, são consideradas pelos brasileiros como uma "estereotipamento". O rótulo nem é considerado pejorativo, embora tenha surgido como tal nos EUA.

Nerd, originalmente era uma forma de dizer que o cara era ridículo, estranho e era um passaporte para inúmeras oportunidades de bullying. Sinceramente, se alguém se considera nerd e nunca foi vítima de bullying (quando uma ofensa gera danos graves - colocar apelidos e rir da cara são insuficientes para qualificar uma atitude como tal, se ela não gera dano grave), com certeza está mentindo e quer tomar o rótulo para si.

O rótulo de nerd ganhou um sentido positivo no Brasil por estar diretamente ligado à tecnologia. Isso cria uma espécie de status social. É como se dissesse que alguém é um "especialista em tecnologia" ou algo parecido. Em tempos de desenvolvimento - apenas - tecnológico, ter esse rótulo dá prestígio.

O que os brasileiros fizeram foi eliminar a parte ruim do fato de ser nerd, o que na verdade não adianta nada. É como tirar a violência do traficante de drogas: ele vai parecer melhor por causa disso? Claro que não.

Soa uma hipocrisia ver muitos caras bastante alheios apo perfil de nerd assumirem o rótulo com estranha teimosia, como se isso fosse um título de doutorado que abre as portas para a vida profissional. Como se o próprio rótulo de nerd fosse tão valioso quanto uma barra de ouro.

Já imaginaram se alguém como Vitor Belfort, um lutador, ídolo daqueles que praticam o bullying (atitude reprovada pelo próprio lutador, hoje evangélico e boa pessoa na vida real), ficasse no computador por mais de 4 noras por dia? Para os brasileiros, ele facilmente receberia o rótulo de nerd, mesmo que seu estilo de vida fosse totalmente diferente.

Os brasileiros pegaram a mania de interpretarem tendencias mundiais de maneira errada. Não entenderam o rock, não entendem o Espiritismo, acham que mobilidade urbana é encher as ruas de ônibus articulados, acham que futebol é obrigação social e pensam que nerd é qualquer um que seja viciado em tecnologia. 

Eu é que nunca conseguirei entender os brasileiros.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Jogador é ofendido com premiação irônica após derrota

A Rede Globo dá sinais claros de decadência. Mesmo liderando entre as emissoras de televisão, a emissora não consegue repercutir positivamente seus programas, que amargam quedas bruscas de audiência. Suas novelas já não geram costumes e seu noticiário já não desperta mais confiança, a não ser de alguns homens acima dos 60 anos, ainda confiantes em noticiários tradicionais. 

Enfim, a Globo, assim como toda a mídia tradicional, amarga perdas que levarão a sua inevitável extinção a longo prazo. É preciso levar em conta que a ídia tradicional é obsoleta e não tem mais a dizer, a não ser o que interessa exclusivamente a seus donos. 

A internet traz liberdade de pensamento e depois do golpe ficou bem claro de que a mídia mente, age em prol de interesses ocultos e merece pagar por ter enganado multidões durante muitas décadas. A sua decadência é este preço e coisas começam a acontecer para evidenciar este fato.

Prêmio irônico a jogador perdedor

Na tentativa de atrair audiência através da interatividade, a Globo criou um quadro no Fantástico que premia o melhor jogador dum determinado jogo da semana. No último domingo, ganhou o goleiro Sidão, do Vasco, em um jogo onde o time perdeu feio contra o Santos.

Quem soube do prêmio custou a entender a ironia. Na verdade foi uma sacanagem dos votantes que resolveram trollar a Globo por meio do ato irônico de votar em um jogador em atuação ruim como o melhor da partida. Claro que a intenção era sacanear a Globo, mas o jogador foi claramente ofendido.

O jogador, que aceitou o prêmio, tentou, diante de uma repórter visivelmente constrangida, justificar sua atuação ruim fazendo uma pequena biografia sobre si mesmo. Foi um momento realmente triste, quase tétrico, pois o que o jogador merecia não era de um prêmio, mas de palavras de conforto. 

Mesmo os melhores jogadores passam por momentos de atuações ruins. Fica aqui o nosso respeito a Sidão e o fato de termos entendido a atuação ruim. Liga não, Sidão. No próximo jogo, você atua melhor. Os que te ofenderam são um bando de imbecis que não sabem que todos n´soe temos altos e baixos na vida, todos um meio de aprendizado. 

Para os que votaram ironicamente (provavelmente não-vascaínos, felizes com a humilhante derrota do time, como se uma vitória e uma derrota no futebol pudessem melhorar o mundo, um pensamento claramente infantil), ofendendo o jogador, aprendam a respeitar as pessoas, não usando a derrota dos outros para se divertir. 

Sei que a Globo não merece respeito, mas foi um erro grave usar o momento difícil de um jogador para trollar a emissora. Tomara que isso não se repita.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Homens cariocas gostam mais de futebol do que de mulher. Mas não conte para ninguém!

Em umas sociedade conservadora, casamentos são obrigações sociais. Todo adulto é obrigado a se casar e construir uma família, para agradar aos outros e para gerar descendentes que herdarão o patrimônio para que os bens não possam ir para as mãos dos mais carentes. 

Homem sem mulher é humilhado e desprezado e mesmo que não seja verdade, é consagrada a ideia de que homens solitários são fracassados, não possuindo valor social, mesmo que tenham qualidades, com o fracasso gerado pela falta de oportunidades e n.ao por incompetência.

Homens devem ter esposas para apresentá-las como troféus de um suposto sucesso social gerado pela suposta luta viril pela sobrevivência e pelo sucesso profissional e financeiro. Todos os fatores, incluindo a inexplicável honra masculina, obrigam os homens, instintivamente afeitos a uma vida de liberdades, sem as rédeas de um matrimônio, a se casarem com a primeira bonitona que encontrarem.

Se pudessem desobedecer as regras de convívio social, homens não se casariam. A vida de solteiro é mais compatível com os interesses de um machista. Homens são educados para viverem livres e se divertirem com outros homens. Casamentos tem a finalidade apenas social e sexual. Esposas são troféus pelo "sucesso da masculinidade" (??!!) e brinquedos sexuais nas horas livres.

O verdadeiro prazer de um homem brasileiro está na cerveja (exceto para portadores de doenças crônicas e alguns religiosos) e no futebol. Vamos nos ater neste segundo, que é o prazer obrigatório dos machos brasileiros e mais ainda para os machos cariocas, a ponto de ser ofensivo assumir o desprezo pelo esporte mais popular do país.

Homem carioca gosta de futebol, não de mulher

Fiz esta introdução para facilitar o entendimento do fato do homem carioca se empolgar muito mais com futebol do que com mulher. Você não vê homens pulando e gritando histericamente orque conseguiram conquistar a mulher mais linda de seu meio social. Mas percebe que a histeria é total, quando os times favoritos de muitos homens entram em campo.

É mais do que nítido o fato de homens cariocas gostarem mais de futebol do que de mulher. Mas não experimente afirmar isso na frete de algum homem carioca. A sociedade carioca é tradicionalmente conservadora (embora muitos vivam negando isso, confundindo conservadorismo com sisudez) e isso obriga os homens a pelo menos fingirem que gostam de mulher, para não serem tratados como "bichas" e perderem importantes direitos sociais por causa disto.

Não raramente, homens respondem "as duas coisas" quando preguntados sobre o se preferem mulheres ou futebol. Mas é nítida a falta de empolgação em relação as mulheres, reduzidas a troféus e brinquedos sexuais. 

Mulher não faz homem urrar de felicidade. Mas futebol faz

O que realmente fazem os machos urrarem é a entrada de uma reles bola em uma reles trave com rede. Isso quando os machos não se empolgam com as camisas suadas dos artilheiros e as pernas grossas dos mesmos. Uuuuiii! Aí, sai de baixo!

Isso é ruim porque o casamento torçado de homens que preferem futebol acaba tirando as mulheres do mercado afetivo, deixando os homes que realmente gostam de mulheres sem opção para namorar. É aquele caso clássico de "não fode nem sai de cima": não gosta, mas não libera para quem gosta. 

Bem que os homens cariocas pudessem assumir a sus preferência pelo futebol e largarem as suas mulheres. Talvez seja melhor que os homens cariocas se casassem com os jogadores de seus times. Além de se unirem a quem eles realmente amam, ainda tem uma gorda quantia de dinheiro entrando em suas contas, ao se casarem com jogadores muito bem remunerados.

Que oportunidade de felicidade os homens cariocas estão perdendo...

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Futebol não foi criado para nos dar orgulho. Foi criado para nos divertir. E só!

Estamos acostumados a tratar o futebol não como lazer, mas como nosso maior dever. No Brasil, o futebol virou nosso maior motivo de confraternização das pessoas. Povo diverso, imenso, possivelmente contraditório: as regras sociais tinham que encontrar um meio de fazer com que as pessoas tivessem um ponto de concordância. 

A mídia bateu o martelo: escolhemos o futebol como o ponto de concordância entre os brasileiros. Brasileiros de diversas raças, credos, gostos, orientação sexual, política ou o que quer que fosse: todos teriam que gostar de futebol. Seja lá como você for, sendo brasileiro, teria que gostar de futebol.

Crianças são educadas desta forma: brasileiros têm que gostar de futebol. Futebol é o nosso orgulho, a nossa identidade. Recusar o futebol é recusar o Brasil. Recusar o futebol é declarar um ódio enrustido à humanidade brasileira. Crescemos ajoelhados diante do futebol. Assim aprendemos a ser. Assim morreremos, com a bandeira de um time em cima de nossas tumbas.

Estranho algo criado pra ser simplesmente uma forma de diversão - e uma forma medíocre, com regras fáceis e cujo auge está na entrada de uma reles bola em uma reles rede de cordas de nylon entrelaçadas - seja motivo de nosso maior orgulho. 

Para que algo medíocre seja nosso maior motivo de orgulho, é porque somos um povo medíocre. É o nosso maior orgulho sermos medíocres. Por isso nunca avançamos. Por isso que nunca vencemos. O complexo de vira-lata que nos faz a "Pátria de Chuteiras" (em ambos, copyright de Nelson Rodrigues) não só nos impede de crescer como nos dá o orgulho de não crescer. Peter Pan? Não, vira-lata mesmo!

Nada contra o futebol se ele fosse tratado como reles forma de diversão. Mas para brasileiros, não se trata de uma reles forma de diversão. É a nossa honra posta em jogo. Berramos, matamos e morremos por causa de um reles time de futebol, algo que nunca nos trouxe a verdadeira dignidade, se mostrando na prática o que insistimos em ignorar: uma reles forma de diversão. Nada mais, nada menos.

Por ser o nosso maior motivo de orgulho e de honra, exigimos que todos os brasileiros sejam torcedores de futebol. Se um se levanta contra, logo tratamos de recriminá-lo. Condenamos o não-torcedor a exclusão social, como um herege a recusar a santa obrigação cívico-social. Quem se assume o desprezo pelo futebol é automaticamente punido pela desobediência a uma regra social tão honrosa e rígida.

Poucos brasileiros se assumem não-torcedores. Ainda temos o orgulho de ver uma reles bolinha a balançar um monte de cordas entrelaçadas. Muitos se calam ou fingem apreço com medo de reprovação social. É obrigatório - embora muitos digam que não - gostar de futebol. 

Como crianças de apenas 518 aninhos de idade, colocamos o lazer acima de tudo. "Vamos ao estádio, depois arrumemos a casa." E nunca arrumamos. Graças a este "orgulho nacional", nada temos que nos orgulhar de nosso país sempre atrasado, que coloca a diversão acima de tudo. 

Como trouxas, comemoramos taças de ouro que nunca nos chegam às mãos, trancadas em armários de clubes controlados por corruptos que desejam ver o Brasil se afundar ainda mais.

Se querem gostar de futebol, continuem gostando. Mas respeitem os que não curtem. Mas não é só. Além do respeito a quem tem o direito de passar longe de estádios e gramados, respeitem a si mesmos, assumindo que o futebol é um mero lazer e que não há motivo dele ser o nosso maior orgulho.

O nosso orgulho deveria ser de nossa dignidade. O nosso orgulho deveria ser de nosso desenvolvimento, interrompido por interesses mesquinhos que causaram a nossa má informação, nos fazendo colocar um sádico maluco no poder. 

Aliás, deveríamos ter vergonha de nós mesmos, pois não pensem que o bom êxito no futebol irá compensar as atrocidades causadas por este fascista que invadiu o Planalto.

Vamos aprender a ser brasileiros. Reconhecer a nossa diversidade, aprendendo que cultuar o futebol não é a única coisa a se fazer. E o mais importante: colocar a diversão em um plano inferior ao da dignidade, lutando por melhores condições e escolhendo lideranças mais responsáveis, não com um moralismo ficcional e sim com o bem estar de um maior número de pessoas, quiçá de todos.

O futebol nunca melhorou a vida da população brasileira. E não insistam, não melhorara nunca. Até porque o futebol não foi criado para nos trazer dignidade, orgulho e honra. Futebol foi criado para nos divertir. E nada mais do que isso. Entendam!